Há já algum tempo que Peniche estava na lista de destinos que queríamos explorar em Portugal. E uma das coisas que tinha de fazer parte do roteiro de viagem era uma visita às Berlengas, claro. Sabíamos também que a Fortaleza de Peniche e o Cabo Carvoeiro eram de visita obrigatória, mas viríamos a descobrir que há muito mais para conhecer nesta bela cidade do Oeste português.

Passámos quase 5 dias em Peniche, mas quase que não foram suficientes para tudo o que queríamos ver e fazer. Por isso, se puder, fique lá mais tempo. Neste artigo deixamos-lhe boas sugestões para momentos relaxantes e de passeio.

A primeira coisa que fizemos antes de começar a passear por Peniche foi ir ao Posto de Turismo, no centro histórico, para recolher informações. Recebemos dicas preciosas e um mapa que nos foi muito útil durante estes dias. Entretanto já tínhamos reservado com antecedência a tão desejada viagem às Berlengas, que contaremos noutro artigo, com dicas úteis.

Forte de São João Baptista, na ilha da Berlenga
Forte de São João Baptista, nas Berlengas

Percebemos logo que havia muita coisa para explorar, pelo que organizámos o nosso roteiro por zonas. E são exatamente recomendações do que visitar em cada zona o que aqui partilhamos, para facilitar a construção de um roteiro à medida de cada um.

Centro histórico

O centro histórico de Peniche, só por si, já convida a caminhadas descontraídas pelas ruas. Ruas estas que foram desenhadas quase a régua e esquadro, à semelhança da baixa de Lisboa, após a destruição que Peniche sofreu durante o terramoto de 1755.

Aqui encontramos casas tradicionais, algumas com fachada de azulejos, outras com varandas em ferro fundido, e outras ainda com a característica “moldura” colorida em torno de janelas e portas.

Rua no Centro histórico de Peniche
Rua no Centro histórico de Peniche

Das várias igrejas que existem nesta zona destacamos a Igreja de S. Pedro, onde curiosamente uma das torres nunca chegou a ser construída, e a Igreja da Misericórdia de Peniche, que tem uma fachada bonita e onde dizem haver, no interior, arte sacra digna de visita – embora seja raro a igreja abrir.

É também nesta zona da cidade que se encontram muitos restaurantes. Nós fomos experimentar alguns e partilharemos em breve as nossas recomendações num artigo dedicado à gastronomia em Peniche.

Quase sem nos apercebermos, os nossos passos são conduzidos até junto do mar. Aqui, encontramos a Marina, onde se apanham os barcos para as Berlengas, e avista-se o Porto de Pesca, onde é possível ir assistir à chegada dos barcos, após a faina de cada dia.

Painel de homenagem às Atadeiras e Atadores de Redes de Pesca de Peniche, na Marina
Painel de homenagem às Atadeiras e Atadores de Redes de Pesca de Peniche, na Marina

Nesta zona da cidade vale ainda a pena dedicar mais tempo a visitar os seguintes locais:

Fortaleza de Peniche

A Fortaleza de Peniche, classificada como Monumento Nacional, é uma imponente construção que não passa despercebida. Foi construída no século XVI para defender a costa contra piratas, juntamente com outras estruturas militares que ainda existem nas proximidades, como os fortes da Berlenga e da Consolação.

Fortaleza ou Forte
Fortaleza de Peniche

Depois de diversos tipos de utilização, entre 1934 e 1974 a Fortaleza de Peniche foi convertida em Prisão Política. Aqui ocorreram várias fugas de prisioneiros, sendo a mais famosa a de Álvaro Cunhal – uma das muitas histórias que se continuarão a contar no Museu Nacional da Resistência e Liberdade, que está a ser criado na Fortaleza.

Não podíamos deixar de referir a lindíssima Prainha de São Pedro, que se encontra muito perto da entrada para a Fortaleza. A água do mar, verde brilhante, que entra por um túnel, o granito da estrutura militar e os arcos amarelos do acesso à Fortaleza tornam este cenário simplesmente perfeito.

Prainha de São Pedro, junto à Fortaleza de Peniche
Prainha de São Pedro, junto à Fortaleza

Vestígio robusto de defesa da cidade é também a muralha seiscentista que protege o lado Este da península de Peniche. A entrada na cidade faz-se, aliás, através de uma porta na muralha, o que nos faz sentir como que a recuar no tempo.

Bairro do Visconde

Este é um bairro bem pitoresco, situado a dois passos da Fortaleza. O Bairro do Visconde desenvolveu-se de forma espontânea nos inícios do século XX para acolher forasteiros que trabalhavam na pesca da sardinha e na indústria conserveira – uma indústria que na época floresceu em Peniche por iniciativa de Emílio José Ló Ferreira, Visconde de Trevões.

Perspetiva do Bairro do Visconde ao pôr-do-sol
Perspetiva do Bairro do Visconde ao pôr-do-sol

Vale a pena percorrer a pé as estreitas ruas do bairro – que têm nomes carinhosamente ligados ao mar, como “Rua das Conchas” – e apreciar as pequenas casas brancas e coloridas, o peixe a secar nos estendais, os jardins floridos e as incríveis vistas para o mar.

Museu da Renda de Bilros de Peniche

Em pleno centro histórico encontra-se este pequeno Museu, que nos permite conhecer a história e as características da Renda de Bilros de Peniche. Uma renda que é feita com um impressionante entrançar de fios, cada um deles preso a uma peça de madeira, o “bilro”.

Neste Museu compreendemos a importância que esta arte, praticada pelas rendilheiras, tinha antigamente para o orçamento familiar, já que ajudava a complementar o rendimento, tantas vezes escasso, proveniente da pesca.

Renda em exposição no Museu da Renda de Bilros de Peniche
Renda de Bilros em exposição

Ficámos felizes por saber que existe uma Escola Municipal de Renda de Bilros de Peniche – junto ao Posto de Turismo – que tem passado conhecimento e assim salvaguardado esta incrível arte. Ali perto foi erigido um Monumento à Rendilheira e todos os anos realiza-se em Julho uma Mostra Internacional que conta com a presença de representantes de vários países onde há a tradição da renda de bilros.

Rendilheira – Projeto Musica Portuguesa a Gostar dela Própria

Marginal Sul

Em Peniche, as chamadas Marginal Sul e Marginal Norte percorrem toda a costa da península. É um percurso que se pode fazer a pé, de bicicleta ou de carro, por exemplo, e ao longo do qual as rochas e o mar dominam a paisagem.

Munidos do nosso mapa, partimos do Bairro do Visconde à descoberta da Marginal Sul. Logo ali pertinho começámos por espreitar a Praia do Porto de Areia Sul.

Seguimos pela estrada de terra batida e parámos na Tromba para ver a vista. Passeámos pelo Carreiro do Inferno e, mais à frente, descobrimos um local que nos deixou rendidos: a pequenina praia do Carreiro de Joanes, que se distingue bem pela pedra que se ergue no meio da água.

Praia do Carreiro de Joanes, na Marginal Sul de Peniche
Praia do Carreiro de Joanes

O nosso objetivo seguinte era descobrir a Gruta da Furninha. Uma gruta natural onde foram descobertos os vestígios mais ocidentais, na Europa, da presença do Homem de Neandertal, extinto há cerca de 40.000 anos.

No entanto, esta gruta não se encontra junto ao Carreiro da Furninha, como pensámos – aqui está uma outra gruta, muito maior. Deve sim ir-se até onde está indicada “Cova de Dominique” e descer umas escadas pela escarpa até chegar a um pesqueiro. É aí que se encontra a Gruta da Furninha, também chamada de Cova de Dominique por aí ter sido o esconderijo, diz a lenda, de um bandido chamado Dominique.

Pescadores no pesqueiro junto à Gruta da Furninha ou Cova de Dominique, na Marginal Sul de Peniche
Pescadores no pesqueiro junto à Gruta da Furninha

Quanto aos “pesqueiros”, ficámos a saber que são locais adequados para pesca. Em Peniche estes encontram-se assinalados ao longo das marginais com um peixe amarelo, fixado num poste, que aponta para o mar.

Continuando o nosso passeio pela Marginal Sul, passámos pelos Passos de Dona Leonor e por Frei Rodrigo, locais que estão ligados a uma lenda, uma história de amor proibido entre Leonor e Rodrigo e que, como não podia deixar de ser, terminou em tragédia. Pode ler a lenda completa aqui.

Por fim, chegámos ao Cabo Carvoeiro, um dos pontos mais a Oeste da Europa. Avistámos logo a Nau dos Corvos, uma rocha alta (ou “leixão”) que se ergue junto à costa, poiso de muitos corvos marinhos. No horizonte, via-se as Berlengas.

Nau dos Corvos, no Cabo Carvoeiro, em Peniche e, no horizonte, as Berlengas
Nau dos Corvos e, no horizonte, as Berlengas

Para ver a Nau dos Corvos mais de perto saltámos de rocha em rocha ao longo do campo de Lapiás, um tipo de formação rochosa que, por estar tão erodida, se revela tão diferente. É também nesta zona que se encontra o farol do Cabo Carvoeiro, um dos mais antigos faróis da costa portuguesa.

Marginal Norte

Começámos a desvendar os segredos da Marginal Norte de Peniche exatamente no Cabo Carvoeiro. Ali bem perto fomos espreitar a Varanda de Pilatos, uma “varanda” que a Natureza escavou na rocha e à qual se acede através de uma escada semelhante às das piscinas. Daqui, avista-se o Atlântico, a Nau dos Corvos e as Berlengas.

Varanda de Pilatos, com a ilha da Berlenga no horizonte, em Peniche
Varanda de Pilatos, com a ilha da Berlenga no horizonte

A paragem seguinte foi o Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, que fica junto ao miradouro do Revelim dos Remédios. A igreja tem uma configuração especial e o interior merece uma visita.

A partir da Ponta do Trovão fizemos um passeio especial, orientado por um membro da Associação Arméria que nos falou de algumas maravilhas geológicas. No chão vimos pequenos fósseis e o Prego Dourado, ali fixado para marcar um limite estratigráfico, sendo claramente visíveis as rochas de diferentes épocas que este marco assinala.

Prego Dourado na Ponta do Trovão, em Peniche
Prego Dourado na Ponta do Trovão e pequenos fósseis escuros

Apreciando a beleza natural e as características de formações rochosas por onde íamos passando, percorremos a costa até à ponta da Papôa, um passeio que recomendamos.

Ficámos entretanto a conhecer a história do S. Pedro de Alcântara, um navio espanhol que naufragou ali perto no século XVIII, com 400 pessoas a bordo e mais de 700 toneladas de mercadoria. Muita gente morreu nessa tragédia. Quanto ao recheio, que incluía cobre, prata e ouro, esse foi recuperado por mergulhadores espanhóis logo na altura do naufrágio.

Formações rochosas na Papoa, em Peniche
Formações rochosas na Papôa

Praias a Sul de Peniche

Cedo compreendemos que em Peniche, devido ao desenho da costa, há praias para todos os gostos – e para todos os tipos de surfista.

Começámos por conhecer algumas praias mais a Sul. Rumámos para fora da zona muralhada de Peniche e fomos em direção à Praia de S. Bernardino e à Praia dos Frades, em Atouguia da Baleia. Depois de as admirarmos por alguns momentos seguimos para a Praia da Consolação. Foi aqui que decidimos fazer a nossa paragem maior.

Esta é uma praia muito especial, que se encontra dividida ao meio pelo Forte da Consolação: o lado Norte da praia é de areia, enquanto o outro…faz bem à saúde.

Lado Sul da Praia da Consolação, em Atouguia da Baleia, Peniche
Lado Sul da Praia da Consolação

E porque é que a Praia da Consolação faz bem à saúde? Porque o lado Sul da Praia da Consolação é rico em iodo, sendo por isso terapêutica para quem tem doenças reumáticas e dos ossos. Por esse motivo, costuma ver-se sobretudo pessoas mais velhas estendidas nas rochas – que, aliás, parecem ter uma forma perfeita para nos deitarmos. Nós decidimos aproveitar preventivamente os benefícios das rochas e relaxar durante bastante tempo nesta praia tão diferente. Soube-nos pela vida!

Depois de deixarmos a Consolação para trás, fomos conhecer uma praia muito famosa entre os surfistas: a Praia do Medão, mais conhecida por Praia dos Supertubos, devido às suas ondas – ou não fosse Peniche a “Capital da Onda”. Aqui tem-se realizado o Campeonato Mundial de Surf, pelo mês de Outubro. Como lá fomos em junho, vimos no mar apenas microtubos…

Fomos ainda conhecer a Praia do Molhe Leste, com o plano de ir comer uns petiscos a um restaurante que existe na praia. Uma experiência gastronómica que contaremos em breve num artigo dedicado à comida em Peniche.

Praia do Molhe Leste ao pôr-do-sol, em Peniche
Praia do Molhe Leste ao pôr-do-sol

Praias a Norte de Peniche

Iniciámos o nosso passeio pelas praias da costa Norte de Peniche com uma breve visita à Praia de Peniche de Cima, à qual de acede através de umas impressionantes e belíssimas dunas. O areal, tal como nas praias a Sul, era enorme.

A paragem seguinte foi o Baleal, que naquele dia de calor intenso se enchia de veraneantes e por isso tornava o estacionamento mais difícil.

Apesar de não parecer, o Baleal é uma ilha. No entanto, foi criada uma ligação de areia que permite o acesso à ilha tanto a pé como de carro. Percorremos esta ligação a pé e seguimos sempre em frente até chegar à ponta do Baleal. Aí descobrimos algo que queríamos muito ver: “as rochas inclinadas”. São na verdade rochas sedimentares nas quais se consegue ver perfeitamente os vários estratos e a sua impressionante inclinação. Ficámos maravilhados.

Formações rochosas na ponta da ilha do Baleal, em Peniche
Rochas sedimentares no Baleal

Na ponta da ilha do Baleal ainda vimos vestígios de fortins que ajudavam a proteger a costa.

No regresso, passámos pela pequena Ermida de Santo Estevão do Baleal e pela pequena e deliciosa Praia dos Barcos.

Depois do Baleal foi hora de ir conhecer praias mais para Norte, essas sim quase desertas e às quais se acede por estradas de terra batida. Decidimos ficar na Praia da Azenha, onde havia espaço para estacionar o carro e ainda mais espaço para esticar as toalhas no areal.

Areal da Praia da Azenha, na zona Norte de Peniche
Praia da Azenha

Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia

Durante estes dias, aprendemos muito sobre a história, a cultura, a geologia, a flora e a fauna de Peniche. Mas houve uma curiosidade em particular que não podemos deixar de partilhar: até há relativamente poucos séculos Peniche era uma ilha. Ficámos boquiabertos quando soubemos.

Ficámos a saber que, durante a Idade Média, o porto onde os barcos atracavam era em Atouguia da Baleia, que floresceu graças à atividade piscatória. Entretanto, e apesar de o Homem ter tentado evitar, a Natureza ganhou e aquela zona de mar que separava Atouguia da Baleia de Peniche assoreou, ligando-as por terra. O porto de pesca passou então para a península de Peniche, que por isso ganhou importância.

Representação da ilha de Peniche e Atouguia da Baleia
Representação da ilha de Peniche (verde escura) e Atouguia da Baleia (círculo verde)

Este é apenas um dos factos curiosos que se contam no Centro Interpretativo de Atouguia da Baleia, instalado na antiga Igreja de São José. Se for a Atouguia, espreite também o osso de baleia que se encontra na Igreja de São Leonardo.

Terminada a nossa escapadinha, atravessámos os extensos campos das reconhecidas hortícolas da região, passámos junto ao Pinhal de Ferrel e despedimo-nos de Peniche, com a promessa de voltar em breve.

Se tiver oportunidade de visitar também a Nazaré, espreite aqui a nossa sugestão de roteiro a fazer nesta bela vila do Oeste, próxima de Peniche.

Onde ficar em Peniche

Partilhamos aqui algumas boas sugestões de alojamentos em Peniche, para todos os gostos e orçamentos:

Aktion Peniche

O Aktion hostel & apartments em Peniche foi a nossa “casa” durante estes dias de passeio. Ficámos num apartamento confortável, mas há também a opção mais económica de ficar em camaratas. Este alojamento fica em pleno centro histórico e tem a curiosidade de estar instalado numa antiga oficina automóvel, totalmente transformada mas ainda com sinais do que em tempos foi.

Aktion Peniche hostel & apartments, alojamento no centro histórico de Peniche
Detalhe do espaço de convívio do Aktion Peniche

O staff mostrou-se sempre simpático e disponível, e está implementado um conjunto de medidas de prevenção contra a Covid-19. Há imenso espaço para convívio e atividades: experimentámos o trampolim, jogámos snooker e ficámos com vontade de dar uns toques nos maiores matraquilhos que alguma vez vimos.

Mercearia d’Alegria

A Mercearia d’Alegria Boutique B&B é uma guesthouse que combina o tradicional e o moderno, com quartos aconchegantes e pequeno-almoço caseiro. Um ambiente ideal para recarregar baterias.

MH Peniche

O MH Peniche é o maior hotel de Peniche, com um terraço de onde se vê o pôr-do-sol e com uma decoração interior cuidada, com elementos ligados ao mar e à Renda de Bilros.

Bukubaki

O Bukubaki Eco Surf Resort é um parque de campismo diferente: aqui é possível acampar, fazer glamping e até ficar numa casa na árvore! Um espaço onde a Natureza, o Surf e o Skate são reis.

Agradecimentos

Esta nossa viagem a Peniche foi realizada no âmbito da iniciativa #EuFicoEmPortugal, promovida pela ABVP – Associação de Bloggers de Viagens Portugueses, da qual fazemos parte. O objetivo era divulgar esta região, dando assim o nosso contributo para a recuperação do turismo em território nacional, tendo em conta o que este setor sofreu durante a pandemia de Coronavírus.

Esta nossa experiência foi muito enriquecida por todo o apoio que o Município de Peniche nos deu. Conhecemos pessoas que partilharam connosco a paixão contagiante que têm por esta terra e que nos deram informações e dicas preciosas para conhecermos Peniche de uma ponta à outra.

Por fim, gostaríamos de agradecer ao Turismo do Centro de Portugal, que tem feito um trabalho fantástico de promoção desta região do país e que desde o início apoiou a iniciativa #EuFicoEmPortugal.

Logo do Turismo do Centro de Portugal

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