Porto de Mós

Porto de Mós: porta de entrada para as Serras de Aire e Candeeiros

Serras de Aire e Candeeiros. Nomes estranhos, estes. Traz à ideia montes e vales cheios de correntes de ar e repletos de candeeiros de rua, a iluminar as suas curvas. Candeeiros até pode haver alguns, mas o que não falta por estas paragens é ar livre e oxigénio.

Foi à descoberta de Porto de Mós e destas serras, bem no centro do país, que partimos num ameno mês de setembro. Hoje, partilhamos o roteiro que fizemos, numa região que descobrimos estar recheada de recantos naturais surpreendentes. Um destino perfeito para amantes de natureza, história e tranquilidade. Siga os nossos passos e surpreenda-se também.

À descoberta das montanhas misteriosas

Até esta nossa viagem, a ideia mais presente que eu tinha das Serras de Aire e Candeeiros era o grande maciço montanhoso que todos os anos vejo na A1, sempre que por algum motivo viajamos de norte para sul. E, já agora, a placa castanha na autoestrada a assinalar a proximidade das serras.

Sempre que nos aproximamos das Serras de Aire e Candeeiros, parece que uma grande muralha se ergue à nossa frente, lá ao fundo, ameaçando dificultar a nossa passagem para o outro lado. Mas a autoestrada faz qualquer percurso parecer fácil – num instante a serra fica lá para trás, quase sem notarmos.

Por isso, quando este ano decidimos fazer uma escapadinha nesta região, fiquei quase emocionada por finalmente irmos descobrir o que existe naquelas montanhas misteriosas. Não seria só um ponto de passagem rumo a outro lado qualquer. Seria o nosso destino final.

Porto de Mós, o início

E assim foi. Depois de uns dias a relaxar com o cheiro a maresia de Peniche, fizemo-nos à estrada e fomos até uma das portas de entrada do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros: Porto de Mós.⁠ Uma vila que se revelou uma excelente base para explorarmos esta região.

⁠Durante três dias, o nosso porto de abrigo foi o Moinho da Ribeira, uma casinha aconchegante, próxima do centro de Porto de Mós, perfeita para dois. De manhã, tomávamos o pequeno-almoço no jardim, ao som dos passarinhos e da água a correr, rodeados por flores coloridas e campos verdes.

Moinho da Ribeira, casa de alojamento em Porto de Mós
Moinho da Ribeira, o nosso alojamento em Porto de Mós
Pesquise aqui alojamento em Porto de Mós

O nosso anfitrião do Moinho da Ribeira contou-nos um pouco da história deste moinho, que foi utilizado durante muitos anos pela sua família. E embora o espaço tenha sido entretanto adaptado, ainda se pode ver a água da ribeira passar por debaixo da casa.

⁠⁠Ficámos também a saber que esta casa é uma das Porto de Mós Homes, que inclui vários alojamentos de férias nesta zona – ficámos com vontade de, numa próxima, conhecer a casinha que fica junto à Estrada Romana.

Para além de nos receber, o nosso anfitrião deu-nos dicas preciosas sobre o que visitar nas redondezas, dicas essas que serviram de base para delinearmos um roteiro descontraído. ⁠

Centro histórico de Porto de Mós

Decidimos começar o nosso passeio pela vila em si. Depois de irmos ao Posto de Turismo recolher algumas informações sobre o que visitar em Porto de Mós, começámos a calcorrear as ruas do centro histórico da vila em direção ao castelo, que lá no alto nos servia de referência.

Pelo caminho, fomos visitar o Museu Municipal de Porto de Mós, que inclui coleções de geologia, paleontologia, arqueologia e etnografia. Neste Museu estão expostas das maiores mós que já vi na minha vida – ou não estivéssemos numa terra à qual as mós deram nome.

Edifício dos Paços do Concelho, na parte de baixo do qual se encontra o Museu Municipal

Depois de subirmos até à Praça da República e passarmos à frente dos Paços do Concelho, fomos espreitar o exterior da “Casa Dom Fuas”. Foi aqui que ficámos a saber que viveu nesta vila D. Fuas Roupinho, um nobre português que se tornou Alcaide-Mor do Castelo de Porto de Mós no século XII.

É o mesmo D. Fuas Roupinho cuja lenda conhecemos na Nazaré – e que contamos no artigo sobre aquela vila à beira mar plantada. É nada mais nada menos que o nobre cavaleiro que foi salvo por um milagre na Nazaré.

Adoramos quando isto acontece e encontramos “pistas” da história de uma personagem histórica em vários locais que visitamos.

Painel de azulejos que representa D. Fuas Roupinho a apresentar prisioneiros de guerra a D. Afonso Henriques - encontra-se no Jardim Municipal de Porto de Mós
Painel de azulejos que representa D. Fuas Roupinho a apresentar prisioneiros de guerra a D. Afonso Henriques – encontra-se no Jardim Municipal de Porto de Mós
Castelo encantado de Porto de Mós

Depois de uma subida final, chegámos ao castelo. Uma fortaleza militar de pedra, plantada no “cocuruto” de um monte, naquela que em tempos foi uma posição estratégica. Aliás, o castelo de Porto de Mós foi construído no local onde antes existiu um posto de vigia romano e, em Época Islâmica, uma atalaia.

Perspetiva do Castelo de Porto de Mós
Perspetiva do Castelo de Porto de Mós

Ao longe, esta construção já nos tinha intrigado, com as suas torres pontiagudas revestidas de escamas verdes, qual dragão adormecido. Bem diferente de outros castelos que conhecemos em Portugal.

Entrámos, pagámos o bilhete e fomos explorá-lo. Subimos e descemos torres, ficámos fascinados com as grandes janelas apalaçadas no andar nobre – de onde se tem uma vista fantástica para Porto de Mós – e imaginámos para que teriam sido usados os vários espaços.

Vista das janelas da loggia, uma galeria no andar nobre do Castelo de Porto de Mós
Vista das janelas da loggia, uma galeria no andar nobre do Castelo de Porto de Mós

Ficámos a saber que a arquitetura deste castelo inclui influências góticas e renascentistas. Quanto às curiosas “escamas” que revestem as cúpulas das torres, são feitas de cerâmica. Verdes e brilhantes, têm o condão de nos transportar para um conto de fadas.

Coruchéu piramidal numa das torres do Castelo de Porto de Mós, com telhas de escama verdes, representando a Casa de Ourém
Coruchéu piramidal com telhas de escama verdes, representando a Casa de Ourém

Este castelo , que se avista de qualquer parte da vila, foi muito importante durante o período da Reconquista cristã e sofreu muito com as investidas árabes. Mais tarde, no século XV, recebeu alguns dos traços palacianos que hoje podemos apreciar. Séculos mais tarde, durante o terramoto de 1755, perdeu duas das suas cinco torres. E já em 1910 foi classificado como Monumento Nacional.

Uma vista especial para o castelo

Depois de deixarmos o castelo para trás, regressámos à parte baixa da vila, percorrendo as ruas calmas, ladeadas por casinhas brancas.

Queríamos ir conhecer a Ermida de Santo António. Para lá chegarmos, subimos uma grande escadaria e, lá no alto, encontrámos o pequeno templo. Estava fechado. Mas a subida valeu a pena. Foi daqui que tivemos a melhor vista para o castelo.

Vista para o Castelo de Porto de Mós a partir da Ermida de Santo António
Vista para o Castelo de Porto de Mós a partir da Ermida de Santo António

Ecopista de Porto de Mós

Na região de Porto de Mós existem vários percursos pedestres interessantes.

Para começar em beleza, decidimos começar por fazer um percurso de que já tínhamos ouvido falar e que o nosso anfitrião nos recomendou: a Ecopista de Porto de Mós.

Vistas pata as serras ao longo da Ecopista de Porto de Mós
Vistas pata as serras ao longo da Ecopista de Porto de Mós

Este percurso que serpenteia pela serra foi construído sobre o traçado de uma antiga linha de comboio – criada em 1928 para transportar carvão das minas da Bezerra até à Central Termoelétrica de Porto de Mós.⁠ É curioso que esta foi a única linha de caminhos-de-ferro mineira de montanha que existiu em Portugal. É fantástico percorrê-la e imaginar que há quase um século um comboio passava por ali.

Uma das coisas de que mais gostámos foi passar pelos túneis escavados na pedra, à mão. Uma pequena parte já abateu, mas o resto ainda resiste ao tempo.

Túnel escavado à mão, nos anos 1920, para a linha de comboio
Túnel escavado à mão, nos anos 1920, para a linha de comboio

Ao longo deste percurso, que se pode fazer a pé ou de bicicleta, tem-se vistas desafogadas para as serras, diferentes perspetivas da vila de Porto de Mós – e do castelo – e como extra pode deambular-se por entre um conjunto de moinhos antigos, que salpicam um monte pouco depois dos túneis.

O percurso da Ecopista é circular e tem uma extensão de cerca de 12 km. Demora cerca de 6 horas a percorrer se se fizer na totalidade. Nós fizemos até pouco mais de meio e voltámos para trás pelo mesmo caminho. O ponto de partida (e de chegada) é no Campo de Futebol da Bezerra.

Existem também outros percursos pedestres, como o do Arco da Memória, o do Castelejo, o da Estrada Romana e o da Fórnea.

Fórnea, um anfiteatro natural

Queríamos muito conhecer a Fórnea, um espaço natural que sabíamos ser especial.

Decidimos começar por vê-la de cima. Fomos por isso até Chão das Pias e estacionámos junto à placa que indica “Fórnea”. Daí, subimos por um pequeno trilho até que o conseguimos ver: um imponente anfiteatro, todo ele verdejante. Aqui, até parece que se respira melhor. Ou não fossem ares da serra. ⁠

Fórnea, um impressionante anfiteatro natural em Porto de Mós, nas Serras de Aire e Candeeiros
Fórnea, um impressionante anfiteatro natural

⁠Mais tarde, fomos conhecer a Fórnea a partir de baixo. Percorremos o trilho da Fórnea até à cascata da Fórnea, cuja queda de água dizem ser qualquer coisa de fantástico depois das primeiras chuvas. Mas como lá fomos no verão, estava seca.

Cascata da Fórnea em Alcaria, Porto de Mós, seca durante o verão
Cascata da Fórnea, sem água durante o verão

Pelo que percebemos, para lá da cascata existe um local chamado a Cova da Velha, uma cavidade na rocha onde se esconde uma nascente que alimenta o Ribeiro da Fórnea. Mas como o lusco-fusco já se estava a impor, decidimos que era melhor irmos até lá numa próxima – talvez em tempo de chuva, para apreciarmos melhor as nascentes e cascatas repletas de água.

O percurso da Fórnea é fácil e relativamente curto, demora cerca de 1 hora a fazer. O ponto de partida e de chegada é em Alcaria, junto ao Café da Bica.

Estrada romana da Carreirancha

Os vestígios da presença romana em Portugal são algo que sempre me fez viajar no tempo. E foi isso que aconteceu quando chegámos à milenar Estrada Romana da Carreirancha, em Alqueidão da Serra. Um troço de cerca de 100 m de estrada empedrada, contruída entre os séculos I a.C. e I d.C., por onde terão passado muitas carroças carregadas de ferro.

Estada Romana da Carreirancha, em Alqueidão da Serra, Porto de Mós, nas Serras de Aire e Candeeiros
Estada Romana da Carreirancha, em Alqueidão da Serra

Pelo que se sabe, o próprio Nuno Álvares Pereira terá percorrido este caminho até ao Campo Militar de S. Jorge, na véspera da Batalha de Aljubarrota, em 1385.

Nota: Quem tiver curiosidade em conhecer detalhes desta célebre batalha, poderá visitar em São Jorge o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota e o próprio campo militar, onde se encontra também a Capela de São Jorge.

Capela de São Jorge no campo da Batalha de Aljubarrota, no CIBA, na Batalha
Capela de São Jorge no campo da Batalha de Aljubarrota

Mas voltando à Estrada Romana, caminhámos alguns metros ao longo das laterais, onde o terreno é mais regular, mas não fizemos a maior parte do percurso pedestre que aqui começa – e que tem uma duração aproximada de 5 horas.

Existe um parque de merendas mesmo ao lado da estrada, pelo que aproveitámos para ali piquenicar, tranquilamente.

Grutas, obras-primas da Natureza

Porto de Mós é também um paraíso para quem gosta de espeleologia explorar os segredos que estão guardados dentro dos mais diversos tipos de cavidades.

É nesta região que se encontram as maiores e das mais conhecidas grutas de Portugal: as Grutas de Mira de Aire, com 11km de galerias, das quais 600 metros são visitáveis. São uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal.

No entanto, nós decidimos visitar outras duas maravilhas: as Grutas de Santo António e de Alvados, que nos disseram que mantêm uma apresentação mais natural.

Nas Grutas de Santo António comprámos o bilhete conjunto para ficar mais em conta e valeu muito a pena: as duas grutas são incríveis, cada uma à sua maneira.

Sala monumental nas Grutas de Santo António, nas Serras de Aire e Candeeiros
Sala monumental nas Grutas de Santo António

Nas Grutas de Santo António, uma das coisas que mais impressionou foi o grande “salão”, repleto de estalactites e estalagmites. Parece um verdadeiro palácio natural, espaçoso mas ao mesmo tempo cheio de recantos curiosos. Esta monumental sala é considerada por muitos uma das mais belas da Europa – mas é difícil alguma fotografia lhe fazer jus.

Já na Grutas de Alvados, o percurso é bem diferente. Percorremos uma espécie de corredor com cerca de 350 metros de comprimento, ao longo do qual encontramos algares (género “nichos” naturas) de diferentes alturas. Alguns deles tinham pequenos lagos e a maioria estava repleta de estalactites e estalagmites, cujo efeito nos deixou fascinados.

Algar repleto de estalactites e estalagmites nas Grutas de Alvados, Serras de Aire e Candeeiros
Algar repleto de estalactites e estalagmites nas Grutas de Alvados

Para além de muitas outras curiosidades, durante as visitas guiadas ficámos a saber que a cada 100 anos as estalactites e as estalagmites crescem um centímetro apenas!

Em ambas as grutas, parecia que não conseguíamos abarcar tudo com um olhar, precisávamos de ficar ali algum tempo para apreciar os detalhes. Estas grutas são verdadeiras obras de arte criadas pela natureza.

Praia Jurássica de São Bento

Depois de percorremos muitas estradas de terra batida, de nos perdermos e de recebermos dicas preciosas de um habitante local, lá conseguimos chegar à Praia Jurássica de São Bento. Infelizmente não a pudemos apreciar devidamente, por ter uma cerca a toda a volta que não nos permitiu ver os fósseis.

Praia Jurássica de São Bento, nas Serras de Aire e Candeeiros
Perspetiva da Praia Jurássica de São Bento

Só pelo que lemos é que sabemos que, no Sítio Paleontológico do Cabeço da Ladeira, numa antiga pedreira de calcário, são visíveis fósseis de origem marinha, incluindo bivalves. São testemunhos de que há milhões de anos, neste local, havia uma praia, da qual até marcas do movimento das ondas do mar existem.

Como não conseguimos ver os fósseis, o que nos impressionou mais foi a paisagem envolvente, repleta de muros de pedra seca, característicos destas serras. Construídos em calcário, estes muros ajudam a delimitar terrenos agrícolas e o gado.

Vacas a pastar, dentro de terreno delimitado por muros de pedra seca
Vacas a pastar, dentro de terreno delimitado por muros de pedra seca

Outros locais a visitar na região

Se tiver mais tempo para visitar esta região do centro de Portugal, sugerimos que visite também:

  • Monumento Natural das Pegadas de Dinossáurios de Serra de Aire
  • Mosteiro da Batalha
  • Santuário de Fátima
  • Salinas de Rio Maior
  • Nazaré
  • Peniche

Gastronomia

Como não podia deixar de ser, partilhamos algumas sugestões de onde comer em Porto de Mós, onde há restaurantes e pastelarias de grande qualidade.

Visitar Porto de Mós - Gastronomia - Arroz de Lingueirão do Restaurante Pescatore
Arroz de Lingueirão do Restaurante Pescatore
Restaurantes na região de Porto de Mós
  • Pescatore – localizado junto à Piscina Municipal de Porto de Mós, aqui deliciámo-nos com um arroz de lingueirão e uma feijoada de búzios
  • Cova da Velha – localizado em Alcaria
  • Recanto dos Sabores – localizado em Alqueidão da Serra
  • Adega do Luís – localizado em Porto de Mós
Doce delícia portemosense

O nosso roteiro por Porto de Mós não poderia ficar completo sem uma maravilha doce da gastronomia local. E na verdade fomos surpreendidos com um doce que foi literalmente candidato às 7 Maravilhas Doces de Portugal: o Pastel de Mós.

Pastéis de Mós, da Pastelaria Portomosense, candidato às 7 Maravilhas Doces de Portugal
Pastéis de Mós, da Pastelaria Portomosense

Foi na Pastelaria Portomosense, bem no centro da vila, que fomos encontrar Pastéis de Mós. Gostámos tanto que acabámos por levar duas caixas para casa – para oferecer, claro!

Vídeo de todo o processo de fabrico dos Pasteis de Mós

E assim terminou em beleza esta nossa escapadinha. Gostámos imenso de conhecer Porto de Mós e descobrir alguns dos locais fascinantes que existem nas Serras de Aire e Candeeiros. Ficámos com vontade de voltar e explorar mais esta região.

Se já conhece estas Serras, o que nos aconselha a conhecer que ainda não faça parte deste roteiro? Deixe-nos um comentários com as suas sugestões.

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5 thoughts on “Porto de Mós: porta de entrada para as Serras de Aire e Candeeiros”

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  4. Luís Oliveira

    Uma correção, o centro de interpretação da batalha de Aljubarrota, não é na Batalha. Mas sim em São Jorge freg da Calvaria, concelho de Porto de Mós.
    Favor de corrigir.

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