A nossa primeira manhã na Provença foi dedicada à cidade de Aix-en-Provence, pertinho da qual era o nosso alojamento. Uma bela forma de começar a explorar esta região do sul de França (espreite o roteiro completo que fizemos na Provença aqui). Depois de palmilhadas ruas e vielas, é tempo de partilharmos o que vimos em Aix-en-Provence e algumas dicas úteis.

Onde deixámos o carro

Como se paga para estacionar nas ruas desta pequena cidade e é complicado andar de carro no centro, decidimos estacionar no Parking Pasteur, que é um pouco mais periférico que outros parques. Por 3 horas de estacionamento pagámos 5,90€.

Uma primeira paragem estratégica

Depois de estacionar o carro atravessámos rapidamente a cidade a pé e começámos logo por ir ao Posto de Turismo de Aix (como é carinhosamente chamada), perto da Fontaine de la Rotonde. Na altura não deu para apreciar bem esta fonte porque a praça onde ela está estava em obras. Mas iríamos ver muitas outras naquela que é conhecida como a “cidade das fontes”.

Fontaine de la Rotonde
Fontaine de la Rotonde

Já de mapa na mão, marcámos os sítios onde queríamos ir e fizemo-nos ao caminho.

Aix de lés-a-lés

A partir da Fontaine de la Rotonde seguimos pela Cours Mirabeau, onde encontrámos algumas das fontes mais conhecidas (algumas delas um pouco estranhas). Ao fundo desta avenida encontrámos uma fonte com uma escultura do Rei René, um monarca muito querido na Provença que aqui é representado com um cacho de uvas moscatel na mão, um tipo de uva que começou a ser cultivado nesta região por sua iniciativa.

Daqui rumámos à Place de Verdun, onde está o tribunal. A partir daí começámos a embrenhar-nos pelas ruas da Vielle Ville, a parte da cidade de que mais gostámos. Fomos em direção à Place d’Albertas. E o que encontramos lá? Uma fonte! Esta era simples e elegante, a nossa favorita em Aix. Aliás, achámos esta pequena praça, em si, maravilhosa.

Place d’Albertas
Place d’Albertas

Depois de nos refrescarmos um pouco, seguimos caminho até ao Hôtel de Ville, um edifício do século XIV, onde funciona a Câmara Municipal. Junto a este edifício está a belíssima Tour de l’Horloge (Torre do Relógio), cuja construção remonta a 1510 e onde se encontra um relógio astronómico desde 1661. No topo da torre, antigo campanário da cidade, encontra-se uma estrutura em ferro forjado, no topo da qual se encontra o sino.

Hôtel de Ville e Tour de l'Horloge
Hôtel de Ville e Tour de l’Horloge

Aproveitámos e espreitámos ali perto também a Place des Cardeurs. Pelo caminho passámos por imensas lojas que vendem o tão famoso sabão de Marselha, flores e produtos de alfazema. Nós aproveitámos para comprar uns saquinhos pequenos de alfazema para oferecer.

Uma pausa merecida

Depois de andar bastante sob um sol bem quente, decidimos procurar um sítio para almoçar. Encontrámos o sítio perfeito: uma sombra agradável junto ao Musée des Tapisseries, onde comemos as nossas sandochas.

Num muro próximo estava uma placa de pedra com nomes de franceses de Aix-en-Provence que pertenciam à Resistência durante a ocupação alemã, em plena II Guerra Mundial, e que morreram. Lembrei-me muito da série “Une Village Française”, que retrata bem essa época.

Musée des Tapisseries

Com energia renovada fomos espreitar a Catedral St. Sauveur, bonita e fresca. Descobrimos que a certas horas há visitas guiadas aos claustros, mas nós acabámos por não estar na catedral na altura certa.

Catedral St. Sauveur
Catedral St. Sauveur
Quase a terminar

Tínhamos ainda mais um sítio que queríamos ir ver nessa manhã, um pouco afastado do centro: o Pavillon de Vendôme. Uma casa construída em 1652 para Lucrèce de Forbin-Solliès, conhecida como “La belle du Canet”.

Aqui funciona agora um museu de arte contemporânea (a entrada é paga). À frente do elegante edifício estende-se um jardim francês, com banquinhos onde se pode relaxar.

Pavillon de Vendôme Aix-en-Provence
Pavillon de Vendôme

Depois de passearmos um pouco pelos jardins, preparámo-nos para nos despedir de Aix-en-Provence. Tínhamos percorrido quase toda a cidade naquela manhã e queríamos dedicar o resto do dia às aldeias do Luberon. A caminho do parque de estacionamento ainda tivemos um bónus: vimos alguns vestígios de uma antiga muralha, na Cours Sextius.

Sem passar na casa de partida, seguimos logo para a primeira aldeia que escolhemos visitar no Parque Natural do Luberon. Prometemos em breve continuar a contar as nossas aventuras por esta zona encantada de França.

Entretanto, e para se inspirar, poderá espreitar aqui o roteiro completo que fizemos na Provença.

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