Quem tem lido os nossos últimos posts, sabe que nos tem dado imenso prazer descobrir as várias cidades por essa Europa fora, como é o caso de Amesterdão, Viena ou Budapeste. Mas também adoramos arranjar desculpas para descobrir pequenos recantos perto de casa e sobre os quais poucas pessoas escrevem. Hoje relembramos como descobrimos a Reserva Natural do Paúl de Arzila, sob o pretexto de um piquenique de Verão. 

Descobrimos o Paúl de Arzila ao olhar para o mapa enquanto procurávamos um local verde que ainda não conhecêssemos para um piquenique de domingo. A mancha verde no mapa mesmo junto a Coimbra chamou a nossa atenção e sem demora procurámos alguma informação adicional sobre o local.

Sem muito planeamento, preparámos o cesto de piquenique e lá fomos descobrir o dito Paúl (de acordo com o dicionário da Priberam, um “paúl” é um terreno alagado com água estagnada). Para quem está em Coimbra são apenas alguns minutos até à aldeia de Arzila, porta de entrada para este espaço verde.

Chegando à aldeia existem algumas indicações para chegar até ao Centro Interpretativo do Paúl, onde esperávamos obter alguma informação sobre a reserva natural. Mas por azar, possivelmente por ser domingo, o Centro Interpretativo encontrava-se encerrado. De qualquer forma aproveitámos para fotografar um pequeno mapa que estava aí perto, deixámos o carro ali estacionado e descemos pelo caminho em direção ao Paúl.

A Reserva Natural do Paúl de Arzila trata-se de um enorme espaço verde, com uma zona de águas paradas que atrai inúmeras aves – daí existirem várias infraestruturas para os amantes da observação de aves. Existe um pequeno percurso pedestre que fizemos em cerca de meia hora, mas que nem sempre estava bem assinalado. Alternativamente é possível também passear um pouco de forma livre ou simplesmente ficar junto ao antigo moinho a observar a natureza e a calma do local, que só é ocasionalmente interrompida por um rebanho ou pelas pessoas da aldeia nos seus afazeres.

É também junto ao antigo moinho que existe uma mesa de piquenique que serviu de forma espetacular para o nosso banquete apiquenicado. As “rainhas” do piquenique foram estas bruschetas de tomate e presunto que já partilhámos convosco.

Passámos um final de tarde diferente e bastante agradável, sem grandes gastos e que nos permitiu conhecer um local próximo de casa e que até então nos tinha passado completamente despercebido.

Se tiverem tempo extra podem ainda continuar a explorandar os campos de arroz do baixo Mondego ou provar as famosas Queijadas de Pereira, na aldeia com o mesmo nome que fica mesmo ao lado.

Boas viagens, quer elas sejam aqui ao lado ou para o outro lado do mundo!

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