Tal como prometido, aqui ficam mais sugestões do que visitar na cidade de Budapeste, do outro lado do rio Danúbio, o lado de Buda. Começámos por ver este lado da capital da Hungria quando ainda estávamos em Peste, do outro lado do rio. E que vista! Edifícios monumentais, torres pontiagudas e a bela Ponte das Cadeias para lá chegar.

Alguns dos edifícios mais bonitos deste lado estão no topo de algumas das colinas de Buda. Para subir até lá pode ir-se a pé, como nós fomos, ou num histórico funicular que se apanha muito perto Ponte das Cadeias.

Ao  subir a colina por um caminho aos esses deparámo-nos logo com um enorme edifício, o Castelo de Buda, antigo Palácio Real (é o grande edifício que se vê na fotografia inicial deste post). O Palácio original é do século XIII, mas o atual estilo arquitetónico é já do século XVIII. Neste edifício estão instalados dois museus, a Galeria Nacional e o Museu de História de Budapeste, cuja entrada é paga (nós entrámos para o átrio de um deles para descongelar um bocadinho, mas acabámos por não visitar!). Vale a pena dar uma volta ao Castelo e explorar os seus pormenores decorativos e arquitectónicos.

À direta do Castelo (estando de costas para o rio) subimos umas escadas lindíssimas, com pedra e ferro trabalhado, e descobrimos um miradouro de onde se tem uma ótima vista para o lado de Peste. É nesta zona que está também a Câmara Municipal de Budapeste.

Fizemos parte deste percurso ainda durante a nossa costumeira free tour, que tinha partido de Peste. Seguimos por entre mais alguns edifícios, ruínas e quarteirões até à belíssima Igreja de Mathias. Com o seu telhado de telhas coloridas, portais, janelas altas e torres de todas as alturas, esta igreja gótica deixou-nos maravilhados. É fotogénica seja de que ângulo for. Não chegámos a entrar (a entrada é paga), mas disseram-nos que dentro da igreja está um busto de Sissi, imperatriz do Império Austro-húngaro que adorava Budapeste e de quem os húngaros também gostavam muito.

Atrás da Igreja de Mathias, mais próximo do rio, está o Bastião dos Pescadores. É um miradouro lindíssimo, ele próprio uma obra de arte, com vista para o rio e para o lado de Peste. É delicioso espreitar pelas janelas, passar pelos corredores, subir as escadinhas, admirar os torreões, enfim, explorar o miradouro e as várias perspetivas que ele nos dá. A maior parte do miradouro é gratuita, mas há um terraço para onde é preciso pagar para subir.

Numa pequena rua perto da Igreja de Mathias está também o Labirintus (o labirinto do Drácula), que ainda ponderámos visitar mas acabámos por não o fazer. Parece que é um espaço subterrâneo onde se pode ter uma experiência assustadora…

Ainda do lado de Buda mas afastado desta zona do Castelo está o Memento Park. É um museu ao ar livre, recheado de enormes estátuas do período soviético na Hungria. Pareceu-nos muito interessante mas acabámos por não ter tempo para o visitar.

Para além dos locais mais icónicos e conhecidos, chegámos à conclusão que vale a pena perdermo-nos pelas ruas de Buda e de Peste, e descobrir outros belos edifícios, praças, estátuas, ruínas e detalhes que nos vão contando os segredos desta maravilhosa cidade. Por isso deixamos esse mesmo conselho: perca-se em Budapeste, o que vai encontrar vai valer muito a pena.

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